(Mais um ou mais alguns! Há prioridades! Há opções! Há gradações de possibilidade! O importante é mesmo não deixar de sonhar. Acordar todas as manhãs com o sonho bem desperto. Senti-lo a correr nos nossos braços que diariamente se fazem à luta. Só o sonho suporta. Só o sonho alimenta.)
Toda a cantiga nos remete para o mundo de projectos que são comuns à humanidade.
Toda a cantiga nos adverte do esforço que nos leva adiante: lutar quando é fácil ceder. Reescreverei: lutar porque não é fácil ceder.
Vencer o inimigo invencível? Com armas de papelão!
(Sim, outro Cavaleiro do Sonho: Dom Quixote!
Não é fácil dissertar sobre os inimigos. A minha vitória será impedi-los de conquistar a minha tranquilidade, a minha paz interior.)
Quantas guerras terei de vencer? As que tiver de vencer!
Não me interessa saber se é terrível demais, pois o importante é tornar provável o voo improvável, expandir os limites e manter acessível o tal impossível chão da realidade.
"Por um pouco de paz"? Não. Eu quero a Paz inteira!
Essa sim, é o sonho (im)possível!
"E o mundo vai ver uma flor
Brotar do impossível chão"

