terça-feira, 24 de janeiro de 2012

TSF, hora e cinquenta e oito...

... menos uma hora nos Açores! E segue-se uma rajada de notícias. Umas boas, outras nem tanto. Outras ainda, nem notícias deviam ser. Mas a rádio da minha eleição para despertar inventa-as, porque assim tem de ser. Não se pode saltar um noticiário. Depois, entra o separador do tempo: o país inteiro, Madeira e Açores, com previsões e temperaturas "atualizadas há minutos". Tudo em menos de um minuto. Chega a hora certa e segue-se o desenvolvimento da notícia, ou não-notícia, do dia, ou melhor, da noite, que àquela hora o dia é ainda uma criança. ( Costuma dizer-se isto da noite, não é? Pois o dia não lhe pode ficar atrás.)
Hoje, a notícia forte foi o trabalho de investigação sobre postais ilustrados e a comparação com o que fazemos, agora, com a ferramenta dos blogues.
Ouvi com atenção. Gostei. Concordei.
Senti saudades dos postais que, por me afirmar colecionadora, recebia de todos os que viajavam. (Passou-me a febre da coleção mas ficaram muitos postais numa caixa que eu nem sei onde está. )
Mas tinha uns, cá fora, à mão, que já serviram para este blogue. Peguei-lhes com a intenção de fazer uma pequena homenagem aos postais ilustrados. Apenas isso. No entanto, para além dos meus lugares distantes que nao revisitarei, encontrei as "pessoas", as minhas pessoas desses tempos e desses lugares. Vieram ter comigo hoje, sabe-se lá porquê. E o carinho e a ternura que sentiam por mim está nestes postais.
Como era. (L.M. 15/3/71…) Como é.
O tempo não passou por aqui...
Montijo, 24 de janeiro de 2012. Querida Rosa, queria tanto poder responder-te agora! De qualquer maneira: obrigada pelo postal. Adoro o “pôr-do-sol”! Tu lá sabias. No próximo fim de semana, vou procurar os outros postais que me mandaste, aqueles que compraste no velhote da Massano de Amorim, ao lado da Cooperativa!