Boa páscoa!
Votos do coelhinho que não percebe de orçamentos, nem de pensões, não conhece pessoas inconseguidas...
Mas tem reivindicações: não ir além da sua condição de brinquedo; permanecer em obras literárias de referência; continuar a ser chamado o Coelhinho da Páscoa e poder assim devorar os ovinhos de chocolate e as amêndoas.
Certo?
Assinado: o Coelhinho da Joana
domingo, 20 de abril de 2014
quarta-feira, 16 de abril de 2014
Dia Mundial da Voz
Dia mundial da voz!
Da voz da razão e da voz do coração, da voz dos que não têm voz, não porque a voz lhes doa, mas porque se perde nas fronteiras da humanidade esquecida, da dignidade ignorada.
Dia da voz fraca e da voz forte. Pelo menos, na celebração de calendário, a democracia faz-se sentir.
Da voz grave e da voz aguda! Da voz que irrita os ouvidos e da voz que irrita as consciências e os costumes.
Da voz alta e da voz baixa. Esta é usada para fazer segredos com asas.
Da voz com que uns choram a dor e outros explodem a alegria.
Da voz que canta e da que grita.
Da voz que cala....
Certos de que a voz que cala nem sempre consente.
Da voz da razão e da voz do coração, da voz dos que não têm voz, não porque a voz lhes doa, mas porque se perde nas fronteiras da humanidade esquecida, da dignidade ignorada.
Dia da voz fraca e da voz forte. Pelo menos, na celebração de calendário, a democracia faz-se sentir.
Da voz grave e da voz aguda! Da voz que irrita os ouvidos e da voz que irrita as consciências e os costumes.
Da voz alta e da voz baixa. Esta é usada para fazer segredos com asas.
Da voz com que uns choram a dor e outros explodem a alegria.
Da voz que canta e da que grita.
Da voz que cala....
Certos de que a voz que cala nem sempre consente.
Esta voz eu ouço e ouço e ouço!
Mas tive o privilégio de a ouvir ao vivo, no Pavilhão Atlântico, em 2010.
A emoção em directo!
domingo, 6 de abril de 2014
Dia de domingo!
Dia de domingo! Muita reflexão!
Começou com o problema maior que me acode todos os dias: a ementa!
Felizmente há take away aberto ao domingo. E, com sorte, ainda encontramos uma amiga com quem trocamos um blá-blá de jeito, com direito a promessa de continuação "um dia destes", longe do cheiro dos frangos e da impaciência das senhas de atendimento. "A senhora é o 18?"
Depois do almoço, resolvi pôr em dia a televisão e ocupei rapidamente o sofá, antes que a tv começasse a dar bola e mais bola.
Escolhi então: Alta Definição, Diogo Infante.
Desculpem a presunção da recomendação: não percam.
Não percam sobretudo o que o Diogo Infante diz sobre o filho, sobre a experiência da adopção, sobre a coragem dos miúdos que vivem numa instituição e estão à espera que os venham buscar. Quem os virá buscar? Como é que eles (pai e filho/ Diogo e Filipe) resolveram a atrapalhação dos primeiros momentos do primeiro encontro. O filho disse: "Eu não gosto de polvo!" (Boa, miúdo! Soubeste dizer uma coisa porque só era preciso dizer uma coisa!)
O pai conta como é atender o telefone e dizerem-lhe que o filho está lá à sua espera. A partir daquele momento ele não espera outro, nem mais bonito, nem mais pequenino, nem mais loiro, nem mais nada. Aquele miúdo é o seu filho! Isto é um parto, sem tirar nem pôr!
A emoção feliz tinha-se instalado em mim.
Mas.... chego ao computador e vejo a notícia da morte de Manuel Forjaz!
E a emoção feliz diluiu-se completamente no choque que não devia ser choque mas foi. Caramba! O homem parecia dominar a vida, tratar o cancro por tu. O seu testemunho injectava esperança!
Apesar de ter perdido esta batalha, sem dúvida deixou ficar uma lição, um ensinamento: é preciso continuar a vida, a de todos os dias, com mais ou menos limitação, mas viver vida a sério!
Obrigada, Manuel Forjaz por este ensinamento!
Começou com o problema maior que me acode todos os dias: a ementa!
Felizmente há take away aberto ao domingo. E, com sorte, ainda encontramos uma amiga com quem trocamos um blá-blá de jeito, com direito a promessa de continuação "um dia destes", longe do cheiro dos frangos e da impaciência das senhas de atendimento. "A senhora é o 18?"
Depois do almoço, resolvi pôr em dia a televisão e ocupei rapidamente o sofá, antes que a tv começasse a dar bola e mais bola.
Escolhi então: Alta Definição, Diogo Infante.
Desculpem a presunção da recomendação: não percam.
Não percam sobretudo o que o Diogo Infante diz sobre o filho, sobre a experiência da adopção, sobre a coragem dos miúdos que vivem numa instituição e estão à espera que os venham buscar. Quem os virá buscar? Como é que eles (pai e filho/ Diogo e Filipe) resolveram a atrapalhação dos primeiros momentos do primeiro encontro. O filho disse: "Eu não gosto de polvo!" (Boa, miúdo! Soubeste dizer uma coisa porque só era preciso dizer uma coisa!)
O pai conta como é atender o telefone e dizerem-lhe que o filho está lá à sua espera. A partir daquele momento ele não espera outro, nem mais bonito, nem mais pequenino, nem mais loiro, nem mais nada. Aquele miúdo é o seu filho! Isto é um parto, sem tirar nem pôr!
A emoção feliz tinha-se instalado em mim.
Mas.... chego ao computador e vejo a notícia da morte de Manuel Forjaz!
E a emoção feliz diluiu-se completamente no choque que não devia ser choque mas foi. Caramba! O homem parecia dominar a vida, tratar o cancro por tu. O seu testemunho injectava esperança!
Apesar de ter perdido esta batalha, sem dúvida deixou ficar uma lição, um ensinamento: é preciso continuar a vida, a de todos os dias, com mais ou menos limitação, mas viver vida a sério!
Obrigada, Manuel Forjaz por este ensinamento!
terça-feira, 1 de abril de 2014
Parabéns, filho!
Parabéns, filho!
Este momento e momentos iguais a este foram, sem dúvida, os melhores da minha Vida!
Lembro-me bem deste momento, deste cenário e das pessoas que éramos. Tudo o que eu queria na altura era que te sentisses bem, que não tivesses fome nem frio, nem calor nem nenhum mal-estar. Estávamos todos a ensaiar uma nova forma de vida!
Como há 39 anos, meu filho, desejo-te tudo: muitos sonhos e muita saúde!
Agora tens mais "gente" à roda do bolo, gente miúda mas muito importante.
Parabéns, titio!
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