Apesar da tão propalada noite de champions ser alvo de atenção e curiosidade nas imediações do Estádio da Luz, podem crer que aqui em casa vivemos uma noite de champions à altura das emoções maiores que envolvem estes eventos.
As duas equipas chegaram à hora prevista, preparadas e equipadas para disputar o troféu apetecido: uma taça cheia de mimo. Foram recebidas com as habituais saudações: colos, beijinhos e mais beijinhos e xi-coração. O discurso também esteve à altura destes heróis:
- “gugudádá”! , pronunciou solenemente o Duarte
- “Espectacular!” , referiu a Joana, perante o público presente.
A primeira parte foi muito emocionante. A Joana esteve muito concentrada e comeu a sopa toda. Já o Duarte não se mostrava muito agradado nem com a velocidade, nem com a quantidade das colheradas da papa. E a primeira parte terminou com a natural vitória da Joana que conseguiu concretizar a oportunidade, com toda a “tranquilidade”, como diz Mister Paulo Bento.
Na segunda parte, o Duarte conseguiu dar a volta ao resultado. Um biberão bebido sem hesitações. Quanto à Joana, não conseguiu finalizar o frango e a gelatina escorregou para o lado do prato…. Fora de jogo! Duas oportunidades perdidas!
Resultado ao fim do tempo regulamentar: Joana - Um; Duarte - Um.
Não é preciso perceber muito de futebol para entender que para estas grandes ocasiões o empate não pode ser resultado final.
Haverá prolongamento, a pedido do público!
A noite de sábado já ia longa e estrelas tão preciosas precisam de fazer ó-ó!
segunda-feira, 26 de maio de 2014
quinta-feira, 8 de maio de 2014
No dia em que o Duarte completa quatro meses de idade....
Era uma vez uma História
-Era uma vez uma história que se chama assim mesmo: Era Uma Vez.
Era Uma Vez nasceu, numa casa grande, mesmo no centro de uma cidade muito velhinha, mas bastante apreciada pela sua beleza e História. O próprio edifício era muito antigo e ali tinham nascido já muitas histórias. Ou seja, bebés!
O pai e a mãe eram muito jovens e bonitos. E como acontece sempre, tinham muitos cuidados com o seu bebé Era Uma Vez.
Deitavam-no num bercinho e embalavam-no um bocadinho para que adormecesse, acreditando que mergulhar no sono, assim, era muito bom para ele. Às vezes, parecia as ondas do mar, as pequeninas, num balanço suave criado para inventar um sono profundo. Outras vezes, parecia uma árvore feliz escolhida pelas brisas meninas para abanar suavemente o bebé.
Era Uma Vez ia crescendo, cada vez mais redondinho e bonito. Um dia surpreendeu os jovens pais com um sorriso muito doce. Foi uma grande emoção e, a partir daquele dia, todos à sua roda buscavam um novo sorriso que aparecia sempre. Era tão rasgado que os olhos pareciam ficar mais fechados, mais pequeninos. Os grandes pediam mais sorrisos e o pequenino Era Uma Vez parecia ter nascido para espalhar pozinhos de perlimpimpim, ou seja, doses pequeninas mas valiosas de alegria, por todos os que o rodeavam.
Certa manhã, aproximou-se do bercinho uma outra criança. Talvez fosse uma Princesa daquelas que enchem as histórias….
E o bebé Era Uma Vez presenteou-a com um sorriso ainda maior.
Uma das Fadas, daquelas de verdade que andavam sempre por perto, reparou naquele instante e considerou que estava na altura de abençoar o menino Era Uma Vez. Permaneceu de pé alguns momentos, tirou a varinha mágica que andava escondida no chapéu e disse:
- Que este sorriso lindo e doce te acompanhe pela vida fora!
E foi assim, que o bebé Era Uma Vez, foi abençoado!
Os pais sentiram que alguma coisa de muito importante se estava a passar no quartinho dos bebés, mas quando lá chegaram a Fada escondeu-se dentro do baú dos brinquedos…
A Princesa tinha sido a única testemunha daquele baptismo e ainda foi a tempo de esconder a varinha de condão na gaveta das fraldas e dos cremes.
Como tudo estava bem, os papás regressaram às suas tarefas!
Era Uma Vez nasceu, numa casa grande, mesmo no centro de uma cidade muito velhinha, mas bastante apreciada pela sua beleza e História. O próprio edifício era muito antigo e ali tinham nascido já muitas histórias. Ou seja, bebés!
O pai e a mãe eram muito jovens e bonitos. E como acontece sempre, tinham muitos cuidados com o seu bebé Era Uma Vez.
Deitavam-no num bercinho e embalavam-no um bocadinho para que adormecesse, acreditando que mergulhar no sono, assim, era muito bom para ele. Às vezes, parecia as ondas do mar, as pequeninas, num balanço suave criado para inventar um sono profundo. Outras vezes, parecia uma árvore feliz escolhida pelas brisas meninas para abanar suavemente o bebé.
Era Uma Vez ia crescendo, cada vez mais redondinho e bonito. Um dia surpreendeu os jovens pais com um sorriso muito doce. Foi uma grande emoção e, a partir daquele dia, todos à sua roda buscavam um novo sorriso que aparecia sempre. Era tão rasgado que os olhos pareciam ficar mais fechados, mais pequeninos. Os grandes pediam mais sorrisos e o pequenino Era Uma Vez parecia ter nascido para espalhar pozinhos de perlimpimpim, ou seja, doses pequeninas mas valiosas de alegria, por todos os que o rodeavam.
Certa manhã, aproximou-se do bercinho uma outra criança. Talvez fosse uma Princesa daquelas que enchem as histórias….
E o bebé Era Uma Vez presenteou-a com um sorriso ainda maior.
Uma das Fadas, daquelas de verdade que andavam sempre por perto, reparou naquele instante e considerou que estava na altura de abençoar o menino Era Uma Vez. Permaneceu de pé alguns momentos, tirou a varinha mágica que andava escondida no chapéu e disse:
- Que este sorriso lindo e doce te acompanhe pela vida fora!
E foi assim, que o bebé Era Uma Vez, foi abençoado!
Os pais sentiram que alguma coisa de muito importante se estava a passar no quartinho dos bebés, mas quando lá chegaram a Fada escondeu-se dentro do baú dos brinquedos…
A Princesa tinha sido a única testemunha daquele baptismo e ainda foi a tempo de esconder a varinha de condão na gaveta das fraldas e dos cremes.
Como tudo estava bem, os papás regressaram às suas tarefas!
É que a Joana, a tal Princesa, como adora assumir-se, gosta de contar uma história ao mano e começa assim: Era uma vez uma história....

quarta-feira, 7 de maio de 2014
Shiu...
Psiu....
Hoje é Dia do Silêncio! Shiu....
Há silêncios de ouro, mas há também há outros que se erguem como muros de pedra escura, intransponíveis.
Há silêncios bons que induzem o sono e o sonho, mas há outros que dão voz à solidão que grita, grita, grita pelo silêncio adentro.
Há silêncios necessários que guardam a noite, o sono e o sonho.
Há silêncios inúteis porque a humanidade já ensurdeceu.
Já todos vivemos alimentados de silêncios vários porque o medo os semeia, os rega, os faz crescer e os guarda...
Hoje é Dia do Silêncio! Shiu....
Há silêncios de ouro, mas há também há outros que se erguem como muros de pedra escura, intransponíveis.
Há silêncios bons que induzem o sono e o sonho, mas há outros que dão voz à solidão que grita, grita, grita pelo silêncio adentro.
Há silêncios necessários que guardam a noite, o sono e o sonho.
Há silêncios inúteis porque a humanidade já ensurdeceu.
Já todos vivemos alimentados de silêncios vários porque o medo os semeia, os rega, os faz crescer e os guarda...
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