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domingo, 16 de novembro de 2008

Nobel e Outono

O nosso Nobel da Literatura faz hoje oitenta e seis anos. Parabéns, Escritor!
A primeira vez que o encontrei foi nas páginas de um manual de Português de oitavo ano, num texto dedicado à avó Josefa. "Tens noventa anos. És velha e dolorida! Dizes que foste a mais bela rapariga do teu tempo e eu acredito." É a minha memória que me dita este princípio da carta. Deito as contas à idade da avó Josefa e à do Escritor. Tão chegadas! Em contrapartida, é grande a diferença que os separa no conhecimento da vida e do mundo. E que felicidade acresce à vida esse conhecimento? Ou retira?
Cada um sabe de si, digo eu, num dia de Outono em que o amarelo das folhas e o azul do céu me entraram pelos olhos dentro e pela alma também!

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

É desta...

...que me fazem a folha! (Procurei a origem da expressão aqui.)
Ou desisto de ser eu, ou desisto de ser professora.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Coisas das coisas


Eu só conheço uma Esperança. A Boa, precisamente! Mas para tanto sublinharem a particularidade desta ser Boa é porque há outras que não o são.
A Boa Esperança leva-nos ao mar. Nos, nós: os pescadores, os marinheiros, todos os que estão dispostos a vencer a dificuldade por monstruosa que possa parecer. A mim, os Lusíadas, eles mesmos uns versos adamastores, ensinaram-me a pensar e a duvidar das primeiras impressões. É que, à primeira vista, o guardião do Cabo, onde hei-de ir antes de morrer, de acordo com a elaboração recente da minha Bucket List, o guardião dos mares revoltos e perigosos era um mostrengo. E, "na volta" ele era um castigado, um condenado à dor da saudade e do amor por pertencer.
A Boa Esperança faz-nos falta, nos dias que correm para enfrentar as tormentas que os telejornais anunciam a toda a hora!

sábado, 15 de setembro de 2007

O Sol na minha rua

nascer sol
O Sol não é meu e a rua também não.
O Sol quando nasce é para todos, dizem por aí!
Hoje, pareceu-me que ele tinha escolhido vir nascer aqui. Talvez sim ou talvez não!
O importante é mesmo acreditar que sim. A ilusão é que comanda a vida, companheira do sonho de Gedeão.