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segunda-feira, 27 de julho de 2009

Tentações

É fácil ceder à tentação da lamentação gratuita e estéril!
Não fiz isto! Não fiz aquilo! Devia ter feito! Não devia ter feito!
É fácil e eu vou fazê-lo: devia ter viajado mais vezes no carrossel! Devia ter "apanhado", ou tentado apanhar, sempre o cavalo mais bonito, mais elegante, o que subisse mais alto e me permitisse dar uma "vista" do mundo mais panorâmica! Não devia ter tido tanto medo que os outros me julgassem e confundissem o meu desejo com oportunismo. Fá-lo-ão sempre que os seus interesses estejam ameaçados e não em função da sinceridade ou verdade dos simples desejos dos outros.
Como diz o poeta, Reinaldo Ferreira: "Quero um cavalo de várias cores!"fotografia:Carrossel do Zoo de Lisboa

segunda-feira, 13 de abril de 2009

A kiss is still a kiss!

Pois é! Hoje é o Dia do Beijo. Nada de confusões: hoje é o dia do beijo. Hoje não é o dia do beijinho.
O beijinho é uma manifestação de carinho e ternura, amizade e ponto final.
O beijo é muito mais. O beijo é o princípio de tudo.
(Acho que estou a escrever à MEC, sem o aconchego da sabedoria, em termos de sociologia e sem a mestria da escrita do meu ídolo dos idos gloriosos oitentas! É, de certeza, por o ler quase todos os dias no Público.)
O beijo remete-me para o Cinema Paraíso, para a colecção de beijos "à cinéfilo" que foram criteriosamente cortados, "a bem" dos "bons" costumes da época, e cuidadosamente guardados em nome de uma cumplicidade que pode e deve atravessar gerações. A Alfredo cabia a feliz tarefa de visionar filmes e o pequeno Salvatore assistia e sonhava com um amor como o dos filmes.
Lindo! Lindíssimo!
Nem que seja pela emoção feliz que me provoca a recordação deste filme, que vi e revi vezes sem conta, vale a pena celebrar o dia!
A sigh is just a sigh!...e trazer à tona o mais clássico dos pares românticos, imortalizado na tela, a preto e branco...
imagem daqui.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Para que servem?

São as tais folhas caídas, amarelas de um só outono.
Não posso falar com as folhas.
Não posso perguntar-lhes o que se sentem, ali, expostas a mais frio, mais vento, mais pés impiedosos, desatentos do chão que lhes segura o caminho.
Não posso perguntar-lhes, pois correria o risco que correu o Zé Orocó. A esse, nem o manicómio curou o prazer de falar com as árvores!
Mas apetece-me! Talvez elas me respondessem assim: xengo-delengo-tengo. O que em linguagem de árvore talvez queira dizer: obrigada, por olhares para mim e por não me pisares!
Não faz sentido?
E o que é que faz sentido?
Aceitam-se "apostas".

terça-feira, 30 de setembro de 2008

O Banco


Parece que de repente perdi a noção de que a palavra banco tem outros significados, ou melhor, outros referentes, para além dos que fazem correr muita tinta e gastar muita luz na Comunicação Social.