Fui ver e o que vi e senti ultrapassou todas as expectativas.
É um registo autobiográfico que acontece quando todo e qualquer conflito interior se resolve. Neste caso, é fácil perceber que aconteceu porque a Diana Andriga muniu as suas vivências e memórias da mais inteira honestidade. O resultado vem aos nossos olhos e ultrapassa a barreira dos nossos preconceitos: é possível sarar a ferida colonial que, eventualmente, ainda dói em muitos de nós!
(Foi um convite por "inerência": o Jorge nasceu no Dundo, em 1947. Eu sou da outra costa, como é sabido!)
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