quarta-feira, 14 de março de 2018

Parabéns, Querida Joana!

Parabéns, querida Joana, Meu Amor!Seis anos é uma idade etapa e, a partir de hoje, estás neste patamar que te vai levar escada acima dos conhecimentos, que se percebem já nos dentinhos escondidos e outros sinais menos visíveis.O teu nascimento foi como uma promoção, a maior promoção da Vida! Ganhei um novo nome! Ganhei um título de que me orgulho muito! Há seis anos que sou a Avó Madalena!Ao longo destes seis anos descobri contigo, ou melhor, redescobri contigo e percorri contigo os caminhos da fantasia, com deslumbramentos de imaginação, só ao alcance da inocência. Abrimos juntas um tesouro de alegrias perdidas, de sonhos adormecidos e outras jóias como o teu sorriso lindo, a tua voz doce e os teus olhinhos que agarram tudo o que vêem.Obrigada, meu amor!Um dia muito feliz, Princesa Sereia Fada .... Joana !

domingo, 25 de fevereiro de 2018

Queridos Porquinhos

Arrependida, como convém a quem tem o meu nome, aqui estou a pedir perdão deste abandono!
Foram muitas coisas e, como diz alguém tão importante como vocês, mete-se o natal, mete-se o fim de ano, mete-se tudo e mais alguma coisa que serve de desculpa para qualquer ausência.
Mas, há quatro dias, os porquinhos falaram-me de ti, do teu amor pela vida, do teu amor pelas pessoas, do teu amor pela arte. Quando olho para o quadro do velho e do cão, caminhando por uma vereda adentro cheia de nevoeiro no horizonte, penso nas despedidas da vida que já vivi. Quando olho para os teus quadros, falo contigo!
Enquanto eu viver, os  orquinhos estarão por aqui aqui!
Obrigada papá, por tudo o que me ensinaste!
Hoje foi a tua bisneta, a Joana, que veio conhecer os Porquinhos e o Lobinho!

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Parabéns, Querido Duarte!

Hoje é o teu Dia, meu querido Duarte! 
Estás mesmo um crescido! Até já mudaste de cadeira no carro! 
Gostas de Super Heróis porque tu também és um Super Herói a trabalhar com as forças do bem. 
E a tua principal arma, para além da tua natureza humana, é um sorriso que derrete os corações de quem te rodeia. É uma arma infalível! Eu já fui atingida muitas vezes. Adoro-te, meu querido Dudu! 
Parabéns! Bora lá Duarte Capitão Super Homem Aranha Carvalho Mendonça Santos!


quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Dias... de todos nós....

"As visitas dos mortos que se amou são uma prova de amor. O amor que tiveram por nós vai aparecendo, como uma visita quase regular, porque se revela em gestos lembrados." Miguel Esteves Cardoso, Público, hoje
Todos os dias a minha memória e o meu coração prestam uma homenagem aos meus. Talvez os visite, para usar as palavras do escritor, através do que me deixaram. A vida, legado dos meus pais e avós! Os ensinamentos ou lições para ser feliz ou fazer felizes os outros. Dou-lhes conta das minhas falhas, dos meus erros e dos meus desvios. É um culto de memórias de momentos bons e felizes. É o culto que dói menos...

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Ir a Peniche e ..... voltar


  O Cabo Carvoeiro. É o rosto assustadoramente triste, onde, em rugas de tragédia, corre o sal das lágrimas da terra e da gente de Peniche.
Há traços  que documentam o destino de um povo que vive paredes meias com o mar,  que se embrulha em salgada vizinhança com intuito de trazer o peixe que alimenta o sonho de ver crescer os filhos....
Mas Peniche não é apenas dor. Não é apenas labuta! Também é prazer, festa e escola. Há neste mar e nesta terra, como em todas as gentes, esse lado de festa, com uma dança que se dança em cima de ondas que tocam a música de sempre: a sua, a do mar. Peniche é também um santuário do surf, assim se chama, e aí acorrem os mais novos para prender e aprender todas as sensações que uma crista de onda oferece. E é vê-los passar de prancha às costas, em jeito de procissão.
E há a coragem de resistir, mesmo quando os olhos só vêem mar e fragas! A coragem de acreditar que outros tempos darão testemunho desta luta que não se trava senão com armas feitas de ideal e desejo de liberdade.
E Peniche veste-se e cobre-se com um manto tecido de gotículas de água salgada. E esconde-se sob esse manto! E esconde, sob esse manto, um azul inigualável! 
Que o sol descobre se assim o quer!
Quem vai a Peniche traz tudo isto nos sentidos! 
Ir a Peniche e... voltar!