domingo, 11 de setembro de 2005

Love, love me do...


Este love me do que tanto ouvi quando a minha idade ainda tinha muito futuro e eu tinha muita pressa para chegar ao futuro, como todos os adolescentes...
Este love me do foi gravado três vezes nos míticos estúdios de Abbey Road.
À terceira foi de vez, a onze de Setembro de 1962!
Espero que Joe Dalton enriqueça este post com um dos seus comentários!
Até lá, podemos ouvir!

5 comentários:

IO disse...

Eu bem me parecia que não tinha sido o Bin Laden a inventar o 11 de Setembro... - beijo, querida ad eternum teenager!!

C.S.A. disse...

Madalena, Madalena!
Um grande beijo. Vais já para um P.S.

AS disse...

Qua saudades...
Ma há estranhas conicidências!

Bjs

Teresa disse...

Mada, já respondi! Não são as respostas interesantes que acgavas, são sintéticas, mas verdadeiras.
Tenho ainda alguns discos muito antigos dos Beatles, não há dúvida que marcaram, de facto, a nossa juventude. E o Cliff Richard com a sua voz meio nasalada? "Tea for two..."

josé disse...

Love me do?

O single de 1964, o primeiro da banda, não o é verdadeiramente!
Foi gravado em 1962, pela primeira vez, mas apenas saiu naquele ano de 1964.

Não ouvi na altura. Em 1964, tinha 7 anos e provavelmente ouvia na rádio e nos altifalantes do adro da igreja, o inefável Frei Hermano da Câmara que cantou um fado letrado por Pedro Homem de Melo( O rapaz da camisola verde).
Este autor, escreveu outras coisas, entre as quais este poema:

“Eu sou de Viana cidade.
Eu sou de Viana que é vila.
Sou de Viana e sou da aldeia
Sou do monte e sou do mar.
A minha terra é Viana!
Quem diz Viana, diz Cerveira,
— Só dou o nome de terra
Onde o da minha chegar!

Dancei a Gota em Carreço,
O Verde Gaio em Afife
(Dancei-o devagarinho
Como a lai manda bailar!)
Dancei em Vile a Tirana
E dancei em todo o Minho
E quem diz Minho, diz Viana…


Ao procurar no Google em que data teria sido cantado o fado O rapaz da camisola verde, que julgo terá sido por volta de meados dos anos sessenta, por aquele frade beneditino, descubri uns sítios em que se põe em dúvida a natureza daqueles e se escreve que pelo menos o Pedro Homem de Melo era...gay!
É a primeira vez que ouço isto e se for verdade, entristece-me um pouco.
Enfim.
Está a ver, Madalena, são estas coisas que matam a ingenuidade e que a net trouxe para a ribalta.