Mas a tradição e o culto deste dia não têm nada a ver com a nossa cultura. Os nossos namorados são abençoados e protegidos por um outro Santo,que para além de milagres de amor provoca também o aparecimento das coisas desaparecidas e até faz acontecer o que é preciso acontecer. Mas não consta que o S. Valentim e o Santo António tenham algum problema de competitividade. São meses diferentes e maneiras de celebrar diferentes. E se é para o bem, venham os trezentos e sessenta e cinco dias do ano, ou seis, se calha Fevereiro ter mais um sol e uma lua.
Não sei qual deles reclama mais a paixão, aquela que acende mesmo a fogueira que as raparigas saltam lá mais para o Verão...
O namoro é como a infância: uma promessa de futuro. Só por isso, vale a pena evocar esse estado e esse tempo e celebrá-los!
