terça-feira, 16 de agosto de 2005

Não valeu! Mas afinal valeu!

Mesmo não sendo vítima deste acidente, o dia de praia parecia ter perdido completamente o sentido.
Ficara nos nossos olhos a imagem de um mar manchado pelas labaredas que nos traziam à consciência todos os outros fogos que consomem o verde, de que tanto precisamos.
fumo
Neste caso, valeu aos passageiros da embarcação infeliz, o solidário atrevimento de quem goza o mar, de quem "curte" as ondas! Foram eles que impuseram a ordem, levando a cabo uma sucedida acção de salvamento, com os meios que tinham à mão.
São situações como estas que reinventam a vontade de acreditar que a solidariedade não é um valor esquecido, ultrapassado.
Testemunhá-lo, isso sim, valeu a praia!
salvamento

4 comentários:

Incompetente disse...

Olá, Madalena!

É!
Mesmo a condizer.
Este país é só fumaça, literal e metaforicamente!

Beijos incompetentes!

Teresa Leite disse...

Só espero que não vamos para o fundo como o barco, tudo o resto está a condizer com o país.

IO disse...

Ás vezes, ainda há felizes vezes em que a Solidariedade acontece, que bom! - beijo, IO.

C.S.A. disse...

Acho que o homem solidário não morreu, anda apenas adormecido. E é bom ouvir que, por vezes, acorda.
Bjo,