domingo, 8 de janeiro de 2006

O que se T-Vê

Ou melhor: o que eu T-Vi, de jeito!
Um programa sobre Malangatana, na RTP África, entre as duas e as três da manhã, com testemunhos diversos, também politicamente falando: de Baltazar Rebelo de Sousa a Almeida Santos, que brilhantemente explicou o quadro que retrata a cena do julgamento em que o pintor foi réu ( e absolvido) e ele, advogado de defesa. Referiu-se ao jogo dos olhos, à falta de perspectiva, às cores... Parecia tão fácil entender o quadro!
Aproveitei para espreitar uma África que é minha, lugares que eu conheço, como a Missão Suiça. Parece-me ter reconhecido também o jardim em frente ao Gil Vicente, cinema!

imagem daqui
Título: "Uma dor pode ser o nascer de uma alegria"
******
Antes deste belíssimo programa, tinha ficado presa à irreverência de Rui Zink, no "Livro Aberto".

"Fiz o meu papel enquanto aluno. Um aluno deve chatear", disse ele, com ar muito sério.
Eu presumo então que o papel do professor deve definir-se, talvez assim: Um professor deve ser chato.
(Já estou mais descansada! Estou no bom caminho!)

2 comentários:

IO disse...

lol!

Kamikaze disse...

Ó Madalena,

Também assisti (com gosto!) ao "Livro Aberto".
Se ele (o Zink), como professor, for um "ganda maluco", mas de forma comedida e bem gerida, seria um cromo à imagem do nosso colega incompetente. E garanto que essa particularidade cativa e resulta!
Ele (o incompetente) só não foi, enquanto aluno, de estar, por sistema, a chatear os professores. Era um puto muito certinho!

Beijos!