terça-feira, 21 de fevereiro de 2006

Para que serve o blog?

Para continuar a viagem!

"O Barroso de inconfundível arquitectura hoje é o Centro de Formação de Professores..."
Esta é a parte mais complicada desta viagem.
Se quiserem entrar, podem entrar. Eu fico cá fora.
O tempo aconchegou-me a solidão que ali aprendi.
A vida sarou-me a ferida.
Por isso, eu fico cá fora.
Os montes, ao longe, são esverdeados, cinzentos e frios.
É a Namaacha!
Foi aqui, segundo ouvi contar, que a minha avó Madalena pagou uma promessa à Nossa Senhora da Namaacha, por lhe ter salvado o filho de uma tuberculose.

3 comentários:

Janeca disse...

Madalena, consegui ver os dois videos na perfeição e gostei muito. Enquanto o via tentava imaginar como teria sido a vida nesses locais e tenho quase a certeza que as saudades devem ser muitas. Tal como alguma tristeza pela degradação.

dakidali disse...

Namaacha, onde ainda passeialguns bons momentos com os Donatos. Foi aí que apanhei os meus primeiros pirilampos, e os meti num frasco. Havia tantos.
Beijinhos
Teresa

IO disse...

É verdade, a Namaacha era uma vila que me chateava: por um lado, transformada em Fátima das cruzadas, onde a 13 de Maio rumavam procissões e beatas, por outro, os parolos da metrópole com mais posses construíam lá as suas casas de veraneio, não se esquecendo de enfiar à entrada tabuletas com os locais de origem na parolândia lol. Tinha uma coisa boa, era passagem para a Suazilândia. Beijo, uma que ainda não entregou o irs.