sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Podia-óóóó....chamá-lo?

Não podia passar o dia sem erguer a taça a alguém que nos tem tratado da saúde, vezes sem conta, com uma terapia única e a única verdadeiramente eficaz: a risoterapia ou alegroterapia, como dizia o Vasco Santana, na Canção de Lisboa.
É Solnado, sim senhores. Solnado. O som do nome aproxima-se da palavra Soldado. Mas só se for da não violência.
E Solnado é o Senhor do Zip que se vê repetidamente sem que se gaste o efeito do humor, mesmo que o objecto do humor se tenha já diluído nas tais "brumas da memória". Não é o factor surpresa, pois há mil anos que rimos com os "sketches" do Solnado, com os mesmos "sketches", sem tirar nem pôr. E a gente ri e torna a rir, com o mesmo gosto, com a mesma vontade.
O Zip despertou consciências e os seus ecos atravessavam os mares e chegavam até nós que comprávamos as Plateias e as Flamas e ouvíamos o Solnado na telefonia.
Obrigada, Senhor Raúl Solnado!

2 comentários:

espumante disse...

Deve ser o português com a expressão mais natural de bonomia que eu conheço. Com a perticularidade de ter um extraordinário sentido de humor e observação.

Jorge disse...

De facto, após a er Vasco Santana e António Silva, Raúl Solnado é o maior de todos exactamente pelo simples facto de ser simples e de se ver e rever com o mesmo gosto. Tal como os seus predecessores.
Claro que Henrique Santana, Humberto Madeira e Eugénia Salvador, também são bem representativos da classe dos verdadeiros humoristas.
É bom lembrarmo-nos dele!