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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Feridas

São feridas assim que doem de verdade!
Não há nada mais injusto do que esta acusação. Eu, pelo menos, sinto-a assim e não falo só por mim. Se resistimos à guerra com o ME é por causa dos alunos.
Assim não vale!
Já agora visitem o blog da nossa Biblioteca e leiam um trabalho que vale a pena ler de uma aluna do quinto ano, sobre o Carnaval. Foi feito numa aula de Estudo Acompanhado.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Aqui há inocência com I grande

O João estava triste. Para além dos olhos, a tristeza inundava-lhe todo o semblante e até o corpo franzino, que parecia não aguentar o seu próprio pouco peso, se encostava a uma coluna do telheiro que liga as várias salas de aula.
A professora passou por ele e, não podendo deixar de tropeçar na tristeza que estava ali, no meio do caminho, para ser "notada" por todos os que passassem, perguntou-lhe:
- O que é que tens, João?
- Foi o Pedro e o Miguel! Fizeram batota a jogar ao berlinde.
À laia de conforto, a professora convidou o João a entrar na sala e a esquecer os berlindes e a batota.
No fim da aula, o João foi ter com a professora e segredou-lhe, em jeito de lembrete, como se tivesse havido uma promessa de intervenção para repor a justiça transviada naquele jogo de berlindes:
- Não se esqueça de falar com eles, por causa do berlinde...
Imagem- Getty Image (modificada pelo Photoshop)

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Quase literariamente falando

Professora- Sabem, a Sophia gostava tanto do mar que disse, ou melhor, escreveu assim: "Quando morrer voltarei para buscar os instantes que não vivi junto ao mar!"
Aluna, com ar circunspecto- Sempre é mais bonito do que "Todos os caminhos vão dar a Roma."