O que fica para os meus netos, quando eles chegarem, é uma avozinha, com a infância -que os avós reservam para este momento e condição - agrilhoada nas artroses dos joelhos, dos tornozelos e dos pulsos.
Resta-me uma esperança que mora no meu coração que é a memória da minha avó, muito "tolhida" das pernas, mas sempre a vencer as dores com um sorriso muito verde nos olhos.