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domingo, 27 de dezembro de 2009

Outros lados do Natal!

O Natal recupera quase sempre o melhor de cada um de nós. Remete-nos para o paraíso quase/talvez perdido de uma infância que se pressente cheia de futuro e de sentido de vida.
Atrás de Natal, Natal vem. O nosso próprio Natal/Menino parece esconder-se envergonhado de ainda querer sonhar.
Depois, pela vida fora, vamos experimentando vários Natais e é preciso reconhecê-los por um sabor, por um sino, por uma estrela... Por únicos que sejam os sinais de Natal, devemos dar-lhes a atenção que merecem e a oportunidade que procuram: acordar a Fantasia adormecida!25 de Dezembro de 2009, Albufeira, Mamma Mia

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

A todos, um bom Natal!

Os dias de Natal são normalmente marcados pela quietude e este não foge a essa regra. Daqui a pouco, fazemo-nos à estrada, eu e o Jorge, ela também, habitualmente, quieta e só, mas de uma solidão que só dói se uma outra dor qualquer se impõe. Só por si, esta solidão de Natal acompanha um sentimento próprio da época, seja-se ou não cristão. Eu gosto muito do significado essencial do Natal. A cena do presépio é sem dúvida uma atracção para os nossos sentimentos, para as nossas emoções. Parece que o sentido da Vida ganha força e se estabelece para lá de todo o mal que o mundo conhece.Para todos, um Bom Natal!

domingo, 28 de dezembro de 2008

Ai Pai Natal, Pai Natal!

Agora que descobri onde moras, tenho vontade de me meter ao caminho e ir até Korvatunturi , para que saibas que foste a causa da primeira desilusão da minha vida.
Tinha seis anos e, naquele ano, como nos outros, tinha desejado um brinquedo daqueles que dá para antecipar a vida: um boneco que era tal e qual um bebé.
Nunca tinha sequer duvidado da tua existência. Duvidava apenas da tua pontualidade e pensava que talvez fosses um ser pouco sociável. Chegavas sempre tão tarde, tão tarde que eu nunca tinha conseguido parar o sono para te encontrar e para falar contigo! Lembro-me de combater o sono nas noites de vinte e quatro, depois de ter posto o sapatinho, na cozinha, ao pé do fogão...
Naquele ano, a minha mãe, para acalmar a minha ansiedade, resolveu antecipar a tua chegada. Faltavam ainda uns dias para o Natal e a minha prima Olga tinha vindo da África do Sul, para passar aqueles dias connosco.
O meu pai estava em Lisboa e a ausência dele magoava, sobretudo naqueles dias. Marcámos uma chamada telefónica para Lisboa, mas como não tínhamos telefone, tínhamos de ir a casa dos vizinhos de cima, os senhorios, e esperar que uma operadora da Marconi estabelecesse a ligação.
À hora combinada, lá fomos e tudo aconteceu muito rápido e muito caro: três minutos, cento e vinte escudos. Não deu para nada que se parecesse com matar saudades. Foi mais um reforço de saudade do que a sua liquidação. Mas o nosso dinheiro não dava para mais!
Para além deste telefonema, o Pai Natal passou pela Rua dos Velhos Colonos, a meio da tarde, num carro pouco parecido com o seu habitual trenó puxado por renas. Disseram-me. Eu não vi, claro! A minha prima Olga é que me garantiu que ele tinha passado, cheio de pressa, num carro vermelho, sem capota, para deixar o presente. Tinha tanta pressa que nem esperou que eu saísse da garagem onde estava a brincar com as bonecas "velhas". A pressa, eu não estranhei. Na mentira, acreditei piamente.
O pior foi a reacção de uns quantos mais crescidos que troçaram descaradamente da minha ingenuidade.
Mas o que me doeu mesmo mais foi ter perdido essa ilusão!Ter perdido, talvez para sempre, a capacidade de me iludir!

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Outros sentidos de Natal

À medida que a vida vai avançando, há que resgatar algum sentido das festas.
A magia pode esvair-se por entre as imensas preocupações que a vida traz, inevitavelmente, a todos. Ninguém escapa à realidade dos problemas de saúde! Ninguém escapa ao desencanto e à desilusão dos dias que vamos vivendo. Ninguém pode contornar a sensação de injustiça, que sobrevém à fome e às doenças dos mais pobres, dos mais indefesos, dos mais novos e dos mais velhos. Ninguém suporta bem o sentimento de impotência que nos tolhe a esperança da solidariedade possível. Por mais voltas que se dê à ideia do Natal todos os dias, há este vinte e cinco em que o Dia se faz sentir nas ruas vazias, no recolhimento próprio da festa e do frio...
Onde está o Natal da nossa infância? A certa altura, em que o julgávamos também perdido, reapareceu trazido pela infância dos nossos filhos, mas até esse nos abandonou. A solidão toma conta de nós nestes dias, em que a televisão e a rádio gritam belas músicas de natal, agitando a nossa consciência da realidade. Parece-nos ouvir a cada instante um pedido de socorro: Salvem o Natal!
O meu, ontem, salvou-se na tranquilidade do jantar possível num restaurante inglês, em Albufeira.
(Não há restaurantes abertos, praticamente, no dia de Natal!)

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Completamente azul!

Ontem, o dia começou e acabou em tons de azul.
De manhã, o mar...
Estava assim:O azul devia estar a cem...(por cento, presumo!)
À noite, estava a cento e vinte e cinco, vezes duas, que dá (deixa cá ver se eu ainda sei fazer contas!) duzentos e cinquenta azul.
Foi giro! Foi divertido! Foi animado! Foi bom!
(O nosso PM teria dito: porreiro, pá!)
Foi discutido!
(Aquela cena dos professores e os amores da ministra dá sempre confusão. Devia abolir-se o tema de qualquer convívio!)
Foi verde!
(Até o marido da Chiqui que é americano de gema está perdido de amores pelo Sporting!)
Foi doce!
(Muito chocolate, muito chocolate, muito chocolate!)
Foi bilingue!
(A Azulinha média falou Inglês o tempo todo, revelando-se uma anfitriã 400 estrelas!)
Foi simpático!
(Tirando a parte da discussão dos professores, mas isso já nem conta!)
Foi picante!
(Mes eu não apanhei o picante, pois preferi conhecer melhor a Aenima e acho que a minha escolha foi muito boa. A Calamiti juntou-se a nós e trocámos ali meia dúzia de ideias. É preciso aprender com os mais novos. Obrigada, meninas!)
Foi bom conhecer uns e rever outros, ou melhor, outro!
Espero que a parte da dança tenha sabido bem à Calamiti que estava danadinha para dar ao pé!!!!