terça-feira, 25 de agosto de 2015

Férias inesquecíveis

Ser avó é uma condição de indescritível felicidade. 
Ficar com os netos é a prova de que todos precisamos para percebermos que somos mesmo avós, que não estamos a viver um sonho ou uma ilusão. As crianças dão trabalho mas é esse trabalho que confere realidade aos momentos que estamos a viver. 
Primeiro tive muito medo de assumir essa responsabilidade mas procurei arranjar na minha cabeça uma solução para cada problema. Mesmo assim a responsabilidade pesava muito. Mas tinha de acreditar que era capaz e sabia que se corresse bem ir-me-ia sentir avó a sério. 
E foi o que aconteceu! 
O Duarte - ou Dudu como "ficou conhecido" foi-nos entregue pelos papás numa sexta à tarde, 24 de Julho, dia em que os papás embarcaram para um destino apetecido mas muito distante: Vietname. 
Graças à tecnologia que encurta distâncias e ajuda a saudade a tornar-se mais suportável, os papás tiveram sempre notícias e essa parte correu bem. 
No primeiro dia, o Duarte portou-se exemplarmente. Parecia cerimonioso. Durou pouco. No segundo dia já protestava para sair do banho e terminar a brincadeira com os peixinhos. 
Foram dezassete noites bem dormidas, de uma ponta à outra, entre as nove e as oito. Foram sestas obrigatórias quando o sono o tornava rabugento. Uma de manhã e outra à tarde. Houve refeições sem problema porque tudo o que vinha à boca era "papa". 
Dudu passeou pouco porque o intervalo entre os sonos e as refeições era pequeno e a partir do Montijo tudo se torna longe. E as saídas também foram limitadas pelas temperaturas que desmotivavam para qualquer passeio ao ar livre. 
E houve o "Pana" a toda a hora. A banda sonora destas férias para o Dudu e para os avós foi "responsabilidade" dos Caricas. Até no carro havia o CD para animar as viagens! 
"Somos os Caricas e estamos aqui!" 
E chegou o dia 10. O dia do regresso dos papás. Os manos encontraram-se no aeroporto e por muito que quiséssemos que o momento fosse perfeito e a gravação do momento também, isso não aconteceu. A Joaninha queria dar um xi ao mano mas ele queria era correr, correr, correr... 
Entretanto os papás apareceram sem bagagem. E houve logo colo, colo, colo.....




1 comentário:

Douglas Álisson disse...

Olá, gostei muito do blog!
Também tenho um onde coloco algumas poesias minhas.
Poderia visitar?
http://wordsbyalonelyguy.blogspot.com.br