Mostrar mensagens com a etiqueta coisas de Lisboa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta coisas de Lisboa. Mostrar todas as mensagens
domingo, 1 de fevereiro de 2009
Lisboa também é uma lição!
É a conclusão a que eu já tinha chegado, mas não da maneira como a entendi hoje, ouvindo o "Arqueólogo de Serviço"da Associação dos Amigos dos Castelos, durante mais de duas horas, ao mesmo tempo que percorríamos os lugares de que falava com a tal "paixão" dos "cacos fantásticos" que lhe ensinaram o que é que esteve ali, mesmo por baixo dos nossos pés. Essa paixão fez parar a chuva permitindo que a Lição acontecesse, sem uma pinga sequer. Mas antes, minutos antes,choveu a cântaros, tantos que o Rossio estava triste, mesmo sabendo que, logo ali em baixo, houve há muitos tempos, tantos que eu nem sei contar, um Circo Romano.
domingo, 4 de janeiro de 2009
A não perder
Numa Lisboa perto de si, num rio perto de si, numa margem de Lisboa...
A beleza das colunas, uma beleza simples, sem artifícios, onde até as gaivotas se sentem em casa...
A esta beleza junta-se a beleza do deslumbramento de quantos querem ver o lugar que tem a sua história guardada no limo das pedras, que as protege da erosão do esquecimento.
Amanhã, o cais das colunas será novamente vendado aos olhos dos que o procuram, por acaso ou com intenção de guardar esta memória de Lisboa.
A beleza das colunas, uma beleza simples, sem artifícios, onde até as gaivotas se sentem em casa...
A esta beleza junta-se a beleza do deslumbramento de quantos querem ver o lugar que tem a sua história guardada no limo das pedras, que as protege da erosão do esquecimento.
Amanhã, o cais das colunas será novamente vendado aos olhos dos que o procuram, por acaso ou com intenção de guardar esta memória de Lisboa.
domingo, 21 de dezembro de 2008
O brinquedo...
É a brincar que a gente aprende, dizem alguns doutores das grandes coisas pequenas.
Tentemos mexer nesses mágicos objectos pequenos que não cresceram connosco porque a fantasia que lhes corre no trapo, na lata ou na madeira não se metamorfoseia, de uma vida para a outra, em coisas a sério que só fazem é parar o mundo.
Um soldadinho de chumbo nunca matará. Ele será apenas e só um fiel guardião da paz verdadeira!
Deixemo-nos tocar uma vez mais pela verdade dessa fantasia!
E que seja eterno o nosso pião!
E foi assim, à espreita da magia da época, que a magia da Nini e da Graciete tocou e aqueceu os corações desprevenidos de quem visitou "os brinquedos" no Palácio da Independência, em Lisboa, neste Dezembro tão frio...
Foto-quadro da Nini
Tentemos mexer nesses mágicos objectos pequenos que não cresceram connosco porque a fantasia que lhes corre no trapo, na lata ou na madeira não se metamorfoseia, de uma vida para a outra, em coisas a sério que só fazem é parar o mundo.
Um soldadinho de chumbo nunca matará. Ele será apenas e só um fiel guardião da paz verdadeira!
Deixemo-nos tocar uma vez mais pela verdade dessa fantasia!
E que seja eterno o nosso pião!
Foto-quadro da Nini
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Toca a limpar!
Há "graffitis" e "graffitis". Alguns parecem ter evidente intenção artística. Outros só existem para sujar. Arte ou Não-Arte, o "graffiti" é sempre uma irreverência e funciona, ou seja, atrai invariavelmente a atenção de quem passa.
O problema é que há paredes que não aguentam mais marcas, mais gritos. É preciso devolver a alguns muros esse espaço do grito.
Agora é no Bairro Alto, por ordem de um conjunto de entidades.
Quem for apanhado a "graffitar", tratando-se de um "crime" diferente, dificilmente catalogável, também a sanção deve ser também uma sanção diferente, no caso de o infractor ser levado a tribunal. Um serviço comunitário, é o exemplo dado na notícia.
Pode nem servir de nada, mas vale a pena tentar!
Fotografia-Elevador do Lavra,124 anos de idade, na Rua de São José, Lisboa, a Linda!
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Tudo isto é fado?
Aqui há......qualquer coisa que não bate certo!O Leme, no seu espaço dedicado às efemérides, que eu consulto quase diariamente, publica hoje o seguinte excerto de um dos emblemáticos jornais de há meio século.
O Diário Popular de 2 de Outubro de 1946 anuncia que a Câmara Municipal de Lisboa foi autorizada a contratar, na Caixa Geral de Depósitos, empréstimos até ao montante de 25 mil contos, a amortizar em vinte e cinco anos e destinados à construção de casas para alojamento de famílias pobres.
O que escapa ao meu entendimento é o preço de 25 mil contos por uma casa em Lisboa, ainda por cima para famílias pobres?Tenho por referência o valor da minha casa de Odivelas, quinhentos e cinquenta contos, em 1980 e parece-me que a distância geográfica, nem mesmo a famigerada barreira que constituía a Calçada de Carriche no acesso a Lisboa, justificariam uma diferença tão imensa, tendo ainda em conta a data de 1946.
Subscrever:
Mensagens (Atom)